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Quem Eram os Faraós Negros

Os faraós negros são um grupo pouco conhecido da história egípcia antiga, mas que desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do Egito como nação e na construção de sua cultura. Esses faraós, também conhecidos como reis núbios, governaram o Egito durante um período de cerca de 75 anos, entre os anos 747 a.C. e 656 a.C. Durante esse tempo, eles introduziram novas ideias e práticas culturais que tiveram um impacto duradouro sobre a história e a cultura do Egito. Neste artigo, exploraremos quem eram esses faraós negros, como eles chegaram ao poder e suas realizações e legado na história egípcia.

Quais são os faraós negros?

Os faraós negros foram uma dinastia de governantes egípcios que reinou no sul do Egito durante o período pré-dinástico, entre 3200 a.C. e 3100 a.C. Eles receberam esse nome devido à cor da pele e aos trajes que usavam durante as cerimônias religiosas.

Embora existam poucas informações precisas sobre esses governantes, acredita-se que eles tenham sido responsáveis ​​por unificar o Egito e estabelecer as primeiras bases da cultura e religião egípcias.

Alguns dos faraós negros mais conhecidos incluem Narmer, Scorpion I e II e Ka. Eles foram sucedidos pela Primeira Dinastia, que governou o Egito de 3100 a.C. a 2890 a.C.

Como os faraós negros se tornaram faraós?

Os faraós negros se tornaram faraós através de uma série de conflitos entre o Alto e o Baixo Egito. Durante o período dinástico inicial, os governantes do Alto Egito conquistaram o Baixo Egito, estabelecendo a primeira dinastia. No entanto, o poder dos faraós foi gradualmente enfraquecido por rebeliões e invasões estrangeiras. Foi durante este período que os faraós negros surgiram.

Os faraós negros eram governantes núbios que conquistaram e governaram o Egito durante a 25ª dinastia. Eles foram capazes de conquistar o Egito devido à sua rica cultura e tecnologia avançada. Eles estabeleceram sua capital em Napata, no atual Sudão, e governaram o Egito por cerca de 100 anos.

Apesar de sua conquista do Egito, os faraós negros foram gradualmente enfraquecidos por conflitos internos e invasões estrangeiras, e a 25ª dinastia chegou ao fim. No entanto, a cultura núbia deixou uma marca duradoura no Egito, influenciando a arte, a religião e a arquitetura.

Tinha negros no Egito Antigo?

O artigo “Quem Eram os Faraós Negros” aborda a presença de indivíduos com características físicas negras no Egito Antigo, que é muitas vezes ignorada ou minimizada pela história oficial. Através de evidências arqueológicas e documentais, é possível afirmar que sim, havia negros no Egito Antigo.

Os primeiros registros datam do período pré-dinástico, cerca de 5000 a.C., com a presença de povos núbios e de outras regiões africanas no Vale do Nilo. Durante o Antigo Império egípcio, os governantes da região de Núbia, ao sul do Egito, dominaram o país por um curto período de tempo, dando origem à dinastia dos faraós negros.

Além disso, há evidências de que negros ocupavam posições importantes na sociedade egípcia, como sacerdotes, guerreiros e até mesmo faraós. As múmias e os retratos funerários encontrados em tumbas reais também indicam a presença de indivíduos com traços negroides.

Portanto, é importante reconhecer a diversidade étnica e cultural do Egito Antigo, que foi construído por diferentes povos e influências ao longo dos séculos.

Qual era a cor dos faraós?

O artigo “Quem Eram os Faraós Negros” explora a história dos faraós da Núbia, que governaram o Egito durante a XXV dinastia. Esses faraós eram conhecidos como “faraós negros” devido à sua origem núbia e à sua pele escura. Portanto, a cor dos faraós negros era escura, em contraste com a maioria dos faraós egípcios que eram representados com a pele clara.

25 dinastia Egito

A 25ª dinastia do Egito foi uma dinastia de faraós que reinou durante o período conhecido como o Terceiro Período Intermediário. A dinastia era composta principalmente por governantes núbios, também conhecidos como faraós negros.

Esses faraós conquistaram o Egito após a queda da 24ª dinastia e governaram por cerca de um século, de 746 a.C. a 656 a.C. Durante seu reinado, eles tentaram restaurar a antiga glória do Egito, construindo templos e promovendo a arte e a cultura.

Embora a 25ª dinastia seja frequentemente referida como a dinastia núbia, alguns dos faraós dessa época eram egípcios e outros eram de origem mista, com raízes tanto egípcias quanto núbias.

Reino de Kush

O Reino de Kush foi um antigo estado africano localizado na região do atual Sudão. Durante o período da XXV dinastia egípcia, os governantes de Kush, também conhecidos como Faraós Negros, conquistaram o Egito e governaram como faraós da XXV dinastia. O Reino de Kush foi um importante centro de comércio e produção de ouro e outras commodities. Sua capital foi Meroé, que foi um centro de produção de ferro e cerâmica. A cultura de Kush foi influenciada pelo Egito antigo, mas também desenvolveu sua própria arte e religião. O Reino de Kush entrou em declínio após a conquista romana da região e a mudança das rotas comerciais.

Quem foram os cuxitas

Os cuxitas eram um povo que viveu na região da atual Etiópia e Sudão entre os séculos VIII a.C. e IV d.C. Eles formaram um reino poderoso que se estendia desde a quarta catarata do rio Nilo até o Mar Vermelho.

Os cuxitas foram responsáveis por fundar a dinastia dos Faraós Negros no Egito, durante o período de 760 a 656 a.C. Eles conquistaram o Baixo Egito e estabeleceram a cidade de Napata como sua capital.

Os cuxitas eram conhecidos por sua arte, arquitetura e habilidades militares. Eles construíram grandes templos e monumentos em honra aos seus deuses e faraós. Além disso, sua força militar era temida pelos seus inimigos, e eles desenvolveram táticas de guerra inovadoras, como o uso de elefantes.

Apesar de terem sido uma civilização poderosa, os cuxitas foram gradualmente assimilados pelos povos vizinhos, como os núbios e os axumitas. Hoje em dia, os cuxitas são lembrados como uma das grandes civilizações da África antiga.

Quais eram os papéis sociais das candaces do reino de kush

As candaces do reino de Kush eram rainhas que exerciam um papel importante na sociedade. Além de serem as esposas dos reis, elas também tinham funções políticas e religiosas, sendo consideradas as líderes do culto à deusa Mãe.

As candaces tinham poder de decisão em questões políticas e militares, e muitas vezes lideravam exércitos em batalhas. Elas também eram responsáveis por supervisionar a construção de templos e monumentos.

Além disso, as candaces eram importantes figuras religiosas, tendo o papel de intermediadoras entre os deuses e o povo. Elas realizavam rituais e cerimônias em homenagem aos deuses, garantindo a proteção e a prosperidade do reino.

Quem eram as candaces

As candaces eram rainhas da dinastia meroítica, que governou a região do atual Sudão entre os séculos III a.C. e III d.C. Elas eram líderes políticas e militares, responsáveis por defender o território e manter a paz com as nações vizinhas.

Além disso, as candaces eram consideradas divindades, tendo um papel importante na religião meroítica. Elas eram responsáveis por garantir a fertilidade da terra e do povo, além de serem adoradas como protetoras dos mortos.

As candaces também eram conhecidas por sua força e coragem, liderando exércitos contra invasores e mantendo a independência do reino meroítico por muitos anos.

Faraó Piye

O Faraó Piye foi um governante da dinastia núbia que reinou no Egito Antigo por volta de 747 a.C. Ele foi o primeiro faraó negro a conquistar o trono do Egito e estabeleceu uma nova dinastia conhecida como a XXV. Piye é conhecido por suas conquistas militares bem-sucedidas e por suas realizações culturais, incluindo a construção de templos e monumentos. Ele também é lembrado por sua adoção do título de “Rei do Alto e Baixo Egito”, que tradicionalmente era reservado apenas para os faraós egípcios. A ascensão de Piye ao poder marcou um importante ponto de virada na história do Egito Antigo e demonstrou a influência e poder da cultura núbia na região.

Núbios

Os núbios eram um povo que habitava a região do atual Sudão. Eles são considerados pelos historiadores como os “faraós negros”, pois conquistaram o Egito e governaram a região por um período de cerca de 100 anos, entre os séculos VIII e VII a.C.

Os núbios eram conhecidos por sua habilidade militar e por sua riqueza em ouro, o que lhes permitiu construir monumentos grandiosos, como o Templo de Amón, em Naga. Eles também eram adeptos da religião egípcia e incorporaram muitos dos seus deuses e rituais em sua própria cultura.

Com a invasão dos assírios, no século VII a.C., os núbios foram expulsos do Egito e perderam seu poder. No entanto, eles continuaram a ser uma cultura influente na região e mantiveram sua própria língua e tradições até os dias de hoje.

26 dinastia egípcia

A 26ª dinastia egípcia foi uma dinastia de faraós que governou o Egito de 664 a.C. a 525 a.C. Essa dinastia foi conhecida como dinastia saíta, pois sua capital era a cidade de Sais. Durante esse período, o Egito enfrentou muitos desafios, incluindo invasões estrangeiras e conflitos internos. Os faraós da 26ª dinastia foram bem-sucedidos em manter a unidade do Egito e em restaurar a estabilidade política e econômica. Alguns dos faraós mais conhecidos dessa dinastia incluem Psamético I, Nékau II e Apries.

Conclusão

Os Faraós Negros foram uma importante dinastia no Antigo Egito, que governou durante um período de mudanças significativas na história egípcia. Seu legado cultural e arquitetônico ainda ressoa até hoje, influenciando a arte, a religião e a política do país.
Os Faraós Negros foram governantes da Núbia, uma região ao sul do Egito Antigo. Eles foram responsáveis por importantes conquistas militares e arquitetônicas, deixando um legado significativo para a história da África.

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